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Conheça quais as vacinas para as crianças

Grande parte das vacinas devem ser tomadas até aos primeiros 15 meses de vida do bebé. As crianças têm de ser submetidas à vacinação, de forma a fortalecer o seu sistema imunológico e para garantir um crescimento saudável ao longo da vida. Neste artigo saiba quais as vacinas para as crianças e as respetivas idades a serem tomadas.

Conheça quais as vacinas para as crianças.

Quando surge o primeiro bebé do casal há sempre uma preocupação constante em torno da criança. Acontece que, por vezes, os pais não sabem quais as vacinas para as crianças e, até mesmo, há alguns que colocam em causa a vacinação. O nosso dever como médicos passa por consciencializar os pais e promover o crescimento saudável da criança. Alguma dúvida adicional às vacinas deve encaminhar as suas questões para o seu médico de família ou pediatra. Na Ser e Crescer – Serviços Clínicos dispomos de 3 pediatras com elevada experiência, confira agora o nosso corpo clínico.

Em primeiro lugar, o que é uma vacina?

As vacinas são substâncias capazes de estimular o sistema imunológico, a fim de tornar o organismo imune, ou mais resistente, a alguns agentes patológicos. Esta contém a presença de proteínas, toxinas, partes de bactérias ou vírus, ou mesmo vírus e bactérias inteiros, atenuados ou mortos, que ao serem introduzidos no organismo de um animal estimulam a síntese de anticorpos. Além das substâncias imunogénicas, as vacinas podem conter outras, como líquido de suspensão, conservantes, estabilizantes e adjuvantes, com funções de evitar a contaminação, proteger os imunobiológicos de condições adversas (frio, calor, alterações do pH) ou aumentar o estímulo à produção de anticorpos.

Quadro obrigatório de vacinas em Porutgal

Quando deve tomar Vacinas
À nascença:

1ª dose da vacina contra a hepatite B (VHB).

2 meses de idade:

Vacina hexavalente DTPaHibVIPVHB.

1ª dose contra a difteriatétano e tosse convulsa (DTPa).

1ª dose contra doença invasiva por Haemophilus influenzae tipo b (Hib).

1ª dose contra a poliomielite  (VIP).

2ª dose da vacina contra a hepatite B (VHB).

1ª dose da vacina conjugada contra infeções por Streptococcus pneumoniae de 13 serotipos (Pn13).

4 meses de idade:

2ª dose de DTPa, Hib e VIP (vacina pentavalente DTPaHibVIP).

2ª dose de Pn13.

6 meses de idade:

3ª dose de DTPa, Hib, VIP e VHB (vacina hexavalente DTPaHibVIPVHB).

12 meses de idade:

3ª dose da Pn13.

Vacina contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis C – MenC (dose única).

1ª dose da vacina contra o sarampo, parotidite epidémica e rubéola (VASPR).

18 meses de idade:

Vacina pentavalente DTPaHibVIP.

1º reforço de DTPa (4ª dose) e de VIP (4ª dose).

Único reforço de Hib (4ª dose).

5 anos de Idade:

2ª reforço (5ª dose) de DTPa e de VIP – vacina tetravalente DTPaVIP.

2ª dose de VASPR.

10 anos de idade:

Reforço da vacina contra o tétano e difteria (Td).

2 doses da vacina contra infeções pelo vírus do Papiloma humano de 9 genótipos (HPV9), administrada apenas a raparigas.

Durante toda a vida:

Reforços das vacinas contra o tétano e difteria (Td) em doses reduzidas, aos 10, 25,45, 65 anos de idade e, posteriormente, de 10 em 10 anos

Os adultos não vacinados contra o tétano devem iniciar esta vacina em qualquer idade.

As grávidas não protegidas contra o tétano devem ser vacinadas. Além de se protegerem, evitam o tétano nos seus filhos à nascença.

O que deve saber:

A principal contraindicação ao uso de uma vacina é o antecedente positivo de reação alérgica. Nesta situação, que se caracteriza pela ocorrência de edema, urticária, bronco espasmo ou choque, imediatamente ou nas primeiras horas após a vacinação, pode haver risco de morte em caso de nova vacinação.

Essa situação é extremamente rara (menos de 1 caso para 100.000 doses). Além disso, a vacinação é contraindicada em pacientes com imunodeficiência, como pessoas com cancro, submetidos a transplante de medula, infetados pelo HIV ou submetidos a tratamento com radioterapia e quimioterapia.

Em alguns casos é recomendável o adiamento da vacinação, como na presença de doença aguda com comprometimento do estado geral ou em recém-nascidos com menos de 2 kg. Contudo, informe-se sempre com o seu médico!

Conclusão

Em suma, as vacinas são um dos nossos principais instrumentos em proteger as nossas crianças de doenças infecciosas  graves, que podem conduzir à morte ou podem ter como consequência que fiquem com problemas o resto da vida. Temos todos que vacinar os nossos filhos.

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